O crime ocorreu em abril de 2025 em Imperatriz, no Maranhão.
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A adolescente que confessou ter enviado o doce era amiga da filha e chegou a dormir em sua casa no fim de semana da tragédia.
Jordélia Barbosa está presa após colocar chumbinho em chocolate enviado à atual namorada do ex-marido, com quem teve dois filhos, segundo a polícia.
As investigações apontam que o relacionamento entre Mirian e o ex-marido de Jordélia teria sido a motivação para o crime.
Ela, que também consumiu o alimento, apresentou melhora e já consegue se comunicar, segundo a família.
Jordélia Pereira Barbosa viajou de ônibus por mais de seis horas entre as cidades de Santa Inês e Imperatriz.
Uma criança de 7 anos morreu após comer um ovo de chocolate envenenado, enquanto mãe e irmã seguem internadas em estado grave
A mulher suspeita do crime é ex-namorada do atual companheiro de uma das vítimas. Ela aparece em vídeo, de peruca, comprando o chocolate, que foi entregue por um motoboy com a mensagem "com amor, para Mirian Lira. Feliz Páscoa".
A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (17), em Santa Inês (MA), Jordélia Pereira Barbosa, de 36 anos, suspeita de ter enviado o presente.
A Polícia Civil está investigando o caso que aconteceu na cidade de Caxias, no Maranhão; a suspeita é de envenenamento
Deise estava sozinha em sua cela. A Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias (IGP) vão investigar as circunstâncias da morte.
O crime ocorreu em outubro e foi motivado porque o suspeito, Rafael da Rocha Furtado, queria se vingar da mãe de uma das vítimas. Os pequenos não resistiram e morreram.
O segundo menino que comeu bombom envenenado, na zona norte do Rio, morreu nesta quarta-feira (9).
Ythallo sofreu uma parada cardiorrespiratória, foi internado, mas não resistiu. Exames revelaram a presença de chumbinho no estômago do menino.
A motivação por trás do crime teria sido a aproximação da vítima e de uma ex-namorada do acusado. A polícia apreendeu o bombom envenenado com chumbinho e um bilhete em que a vítima é jurada de morte.
A Polícia acusa Suyany Breschak de planejar o "crime do brigadeirão", negado por sua defesa; Júlia Cathermol, suspeita de executar o crime, se entregou, enquanto a polícia investiga a influência de Suyany sobre Júlia.
Ao longo dos anos, várias histórias envolvendo comida e veneno chocaram o país. Autores de crimes utilizaram bolo de pote, bombons e até feijão para envenenar suas vítimas.
Segundo o depoimento, Júlia teria admitido ter colocado 50 comprimidos de um analgésico moídos em um brigadeirão, servido para o empresário.
O envenenamento aconteceu no dia 17 de dezembro de 2023. No dia, segundo a polícia, a advogada comprou 100 ml do veneno.
A principal suspeita é a ex-nora, a advogada Amanda Partata, que está presa até então. O caso aconteceu no último domingo, 17 de dezembro.
O delegado Carlos Alfama, responsável pela investigação, caracterizou o caso como complexo pois envolve um grau de “psicopatia"
O delegado responsável pelo caso, Carlos Alfama, caracteriza a investigação como complexa pois envolve um grau de psicopatia
Mãe e filho foram encaminhados a um hospital onde foram internados em um UTI, no entanto, não resistiram
Após uma perícia, ficou comprovado que o chocolate continha a substância terbufos, considerada extremamente tóxica e normalmente presente em inseticidas.